<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-5056042278939349388</id><updated>2011-04-21T16:45:14.876-07:00</updated><category term='o gigante e o pequenino'/><category term='Cartas sem destino.'/><title type='text'>Burning Flower</title><subtitle type='html'></subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://flavialopez.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5056042278939349388/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://flavialopez.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>flavialopez</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09713481834204509455</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://bp0.blogger.com/_BS6lSoQtvOc/SJI8B-qt0TI/AAAAAAAAAAc/5DorY_oeL28/S220/DSC01973.JPG'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>3</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5056042278939349388.post-1222497701858681316</id><published>2008-08-11T17:00:00.000-07:00</published><updated>2008-08-11T17:12:20.623-07:00</updated><title type='text'>The dead lake</title><content type='html'>I guess i´ll enjoy the cold to write&lt;br /&gt;It is for those who believe that the weather change our thoughts:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;I feel the cold and it shivers my spinal&lt;br /&gt;Although i think its just the weather coming colder&lt;br /&gt;I think,sometimes, that is more than that.&lt;br /&gt;Is the reflect of something that must be felt&lt;br /&gt;Looks like a cold winter, one of those that could,usually, makes me go straight to my warm blanket&lt;br /&gt;and lies there for hours....&lt;br /&gt;....But not today&lt;br /&gt;Today,although they say, it´s not a special day&lt;br /&gt;It´s a singular day&lt;br /&gt;One of those you wait,patiently, that might never happen again&lt;br /&gt;Sometimes&lt;br /&gt;I let the cold freeze my blood&lt;br /&gt;So that way i can face a painful truth&lt;br /&gt;And,there for, let it frozen my heart&lt;br /&gt;That way i cant feel&lt;br /&gt;That way it is sleeping&lt;br /&gt;While i face what i dont want to face&lt;br /&gt;So...&lt;br /&gt;It´s like a dead lake&lt;br /&gt;A place where it used to be full of life and glory&lt;br /&gt;But not it is taken,&lt;br /&gt;By the winter&lt;br /&gt;And all the fishes are dead or gone far far away&lt;br /&gt;Guess they were feelings...&lt;br /&gt;And now, there is just ice&lt;br /&gt;Frozen, Freezing,Cuting my heart in many hard pieces&lt;br /&gt;And stoping me from thinking or feeling&lt;br /&gt;the thinkable&lt;br /&gt;and the unthinkable&lt;br /&gt;Guess i´ll lay down&lt;br /&gt;and forget that i wrote&lt;br /&gt;about those stupid things&lt;br /&gt;called: from the bottom of my heart.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5056042278939349388-1222497701858681316?l=flavialopez.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://flavialopez.blogspot.com/feeds/1222497701858681316/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5056042278939349388&amp;postID=1222497701858681316' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5056042278939349388/posts/default/1222497701858681316'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5056042278939349388/posts/default/1222497701858681316'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://flavialopez.blogspot.com/2008/08/dead-lake.html' title='The dead lake'/><author><name>flavialopez</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09713481834204509455</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://bp0.blogger.com/_BS6lSoQtvOc/SJI8B-qt0TI/AAAAAAAAAAc/5DorY_oeL28/S220/DSC01973.JPG'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5056042278939349388.post-602688115713282612</id><published>2008-07-28T20:53:00.000-07:00</published><updated>2008-07-28T21:27:01.713-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='o gigante e o pequenino'/><title type='text'>O gigante sem nome</title><content type='html'>Era uma vez um grande gigante que habitava um planeta de nome&lt;br /&gt;desconhecido.Este gigante era o responsável por todo o&lt;br /&gt;funcionamento do planeta:Quando chorava, todos os mares e rios&lt;br /&gt;transbordavam, quando ficava com raiva, todo o planeta ardia em&lt;br /&gt;chamas, e milhares de árvores eram queimadas desde as folhas&lt;br /&gt;passando pelos galhos, até a raiz.quando ficava feliz, milhares de&lt;br /&gt;flores e frutos surgiam e alegravam o ambiente, e assim era e&lt;br /&gt;assim foi. Certo dia, o gigante sem nome adoeceu,e tudo no planeta murchou:&lt;br /&gt;as flores não mais abriam, as sementes não mais se transformavam&lt;br /&gt;em frutos,os rios e mares secaram,e todos os pequenos habitantes&lt;br /&gt;que ali viviam passaram a ficar doentes também. Um ser pequeno muito valente, resolveu ir até a colina mais alta,&lt;br /&gt;onde o gigante sem nome morava, em busca de uma resposta para o&lt;br /&gt;que estava acontecendo. Todos os outros seres pequenos o alertaram&lt;br /&gt;de que isso seria uma loucura sem tamanho, já que o gigante nunca&lt;br /&gt;antes apareceu para ninguém e isso podia ser por que não gostava&lt;br /&gt;dos pequeninos.Mas o valente ser pequeno não deu importância para&lt;br /&gt;o que os outros diziam, e logo os fez ver o grande perigo: Se ele&lt;br /&gt;não fosse, alguém teria que ir, por que isso era uma&lt;br /&gt;responsabilidade de todos os seres,já que todos dependiam do&lt;br /&gt;gigante e de si próprios.Logo, mesmo sendo alertado novamente, o&lt;br /&gt;pequeno valente foi em busca da salvação de todos.Ao entrar na floresta, descobriu que seres malignos é que eram os&lt;br /&gt;grandes causadores de toda esta confusão: Eles tinham inveja do&lt;br /&gt;gigante por ser tão grandioso e poderoso, e por não aceitarem&lt;br /&gt;serem menores e sem muita importância, resolveram envenenar o&lt;br /&gt;gigante sem nome. O pequeno valente, que tudo assistia, disse que&lt;br /&gt;a inveja é um veneno que não tem cura,e tentou convencê-los a&lt;br /&gt;darem a ele o antídoto que pudesse salvar o gigante, usando o&lt;br /&gt;mesmo argumento de antes: Se o gigante ficasse doente e morresse,&lt;br /&gt;todos os seres dependentes dele também adoeceriam até a morte.Com&lt;br /&gt;medo deste triste fim, os seres pequenos malvados se arrependeram&lt;br /&gt;e deram o antídoto que curaria o gigante. Determinado a cruzar a&lt;br /&gt;floresta encantada, o pequeno valente, foi em busca do gigante.O caminho para tal fim era a coisa mais triste do mundo: tudo na&lt;br /&gt;floresta parecia ter adormecido num sono profundo, que os tirou a&lt;br /&gt;cor e a vida. As flores, antes coloridas e vibrantes, estavam&lt;br /&gt;agora cinzentas e se desfazendo por entre os dedos do pequeno&lt;br /&gt;valente,os frutos estavam congelados nas árvores, e os pássaros&lt;br /&gt;que as comiam haviam sido envenados pelo fruto triste.Tudo estava&lt;br /&gt;um caos, e era hora do pequeno valente apressar o passo para que&lt;br /&gt;mais não fosse destruído. Ao chegar ao topo, encontrou um gigante&lt;br /&gt;não muito assustador:fraco, magrinho, de roupas sujas por estar&lt;br /&gt;jogado no chão sabe-se lá quantos dias,e espirrando muito.Estes&lt;br /&gt;espirros eram muito perigosos, pois derrubavam árvores e toda a&lt;br /&gt;terra tremia.Logo, o pequeno valente devia ter muito cuidado e&lt;br /&gt;evitar esta "zona de perigo":Um passo em falso, e ele seria&lt;br /&gt;arremessado para o outro lado do planeta.O gigante sem nome tremia..gemia...gritava de dor, estava cheio de&lt;br /&gt;olheiras, já que não devia dormir há tempos de tanta dor que&lt;br /&gt;sentia, os braços fraquinhos, que nem conseguiam mastigar uma&lt;br /&gt;folhinha de flor marina, uma florzinha azul com gosto de aniz que&lt;br /&gt;ele adorava.Com muito cuidado,e subindo pelo braço esquerdo do&lt;br /&gt;gigante que estava encostado no chão,o pequeno valente chegou até&lt;br /&gt;sua orelha e o chamou baixinho: "Seu gigante...seu gigante..o&lt;br /&gt;senhor está bem?"O gigante sentiu uma coceirinha no ouvido e logo&lt;br /&gt;se sacudiu, o pequeno valente foi arremessado a uma distância de&lt;br /&gt;20 metros, quase que vai bem mais além.Ao voltar, quase sem&lt;br /&gt;fôlego,pois afinal, tinha também antes escalado aquela enorme&lt;br /&gt;colina, voltou e se aproximou de um local menos perigoso: os olhos&lt;br /&gt;do gigante.Assim,quando o visse, talvez não o arremessasse tão&lt;br /&gt;longe.Escalou o nariz do gigante (quase um quilômetro), e deu três&lt;br /&gt;tapinhas nas pálpebras do grandão: "ÓO de casa!!".O gigante sem&lt;br /&gt;nome pegou um susto tão grande, que deu um berro tão alto que o&lt;br /&gt;pequeno valente ficou quase surdo. Logo, perguntou novamente: "O&lt;br /&gt;senhor está bem?".O gigante perguntou "Quem é você pequenino e o&lt;br /&gt;que quer?Vá embora e não me amole", o pequenino, que estava meio&lt;br /&gt;surdo, respondeu"Hein?Cumé quié?", o gigante novamente respondeu&lt;br /&gt;"Vai embora!!!"O pequenino logo entendeu, e disse "O senhor está&lt;br /&gt;doente e eu sei quem fez isso". O gigante levantou-se&lt;br /&gt;cuidadosamente e num gesto rápido, perguntou "Quem foi?Foi você?Me&lt;br /&gt;diga quem foi que eu esmago com o meu dedo mindinho". O pequenino&lt;br /&gt;logo respondeu: "Hein?!?Ah tá.Não posso dizer por que estes já se&lt;br /&gt;arrependeram do que fizeram.Mas isso não importa.Precisamos do&lt;br /&gt;senhor para salvar a todos.O planeta precisa de vocÊ.Aqui está o&lt;br /&gt;antídoto.Os causadores desta confusão me deram após se&lt;br /&gt;arrependerem do que fizeram.Tome logo e perdoe-os".O gigante olhou desconfiado, cheirou, sentiu um cheiro de frutas&lt;br /&gt;vermelhas, e bebeu.Foi instantâneo!!!Logo ele deu um pulo que&lt;br /&gt;chegou até as estrelas, quando aterrissou na terra, toda ela&lt;br /&gt;tremeu.O gigante logo deu um tremendo grito feliz que coloriu toda&lt;br /&gt;a terra que ali adoecera e antes encontrara-se sem vida.Logo, ele&lt;br /&gt;pegou o pequeno valente, o agradeceu, e com um peteleco no&lt;br /&gt;traseirinho dele, com apenas um dedo seu, o pequeno valente chegou&lt;br /&gt;em casa. Todos na aldeia perguntaram como era o gigante, e o&lt;br /&gt;pequeno valente disse a todos que era uma boa pessoa,e contou sua&lt;br /&gt;história, que lera de um livro que o gigante dera a ele.Antes&lt;br /&gt;dele, outros gigantes habitaram o planeta e tinham a mesma função:&lt;br /&gt;a de manter todos neste vivo.Com o passar dos milÊnios, cada&lt;br /&gt;membro da família do gigante tomou um rumo, cada um foi para outro&lt;br /&gt;ponto da galáxia e criou seu próprio planeta com seus próprios&lt;br /&gt;seres, e logo, o gigante sem nome, que era o menor de todos e por&lt;br /&gt;isso não ganhara nome, ficou responsável pelo planeta dos&lt;br /&gt;pequeninos.Todos admiraram a história do gigante e nem sabiam que&lt;br /&gt;existiriam outros pequeninos longe daquele planeta.O gigante e&lt;br /&gt;suas histórias fica para um próximo capítulo, afinal, hoje é dia&lt;br /&gt;de todos dormirem e descansarem, pois foi um dia longo, mas&lt;br /&gt;amanhã,pelo menos,podemos esperar por um dia melhor, mais vivo e&lt;br /&gt;mais colorido, pois o gigante sem nome ainda vive e viverá por&lt;br /&gt;muitos anos, cuidando de todos nós, pequeninos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Histórias de gigantes e pequeninos" de Flávia Rodrigues Lopez.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5056042278939349388-602688115713282612?l=flavialopez.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://flavialopez.blogspot.com/feeds/602688115713282612/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5056042278939349388&amp;postID=602688115713282612' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5056042278939349388/posts/default/602688115713282612'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5056042278939349388/posts/default/602688115713282612'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://flavialopez.blogspot.com/2008/07/o-gigante-sem-nome.html' title='O gigante sem nome'/><author><name>flavialopez</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09713481834204509455</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://bp0.blogger.com/_BS6lSoQtvOc/SJI8B-qt0TI/AAAAAAAAAAc/5DorY_oeL28/S220/DSC01973.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5056042278939349388.post-6149940006571708678</id><published>2008-07-25T21:31:00.000-07:00</published><updated>2008-07-25T21:44:41.182-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Cartas sem destino.'/><title type='text'>Uma certa tarde chuvosa</title><content type='html'>Era uma tarde chuvosa como outra qualquer&lt;br /&gt;Dava para sentir o asfalto ainda molhado, evaporando e levando para o ar aquele vapor quente e úmido. O sol refletia nas poças d´água, e tudo se visualizava mais do que realmente era. As flores ao redor do hospital estavam com gotas que pesavam em suas pétalas, e as faziam balançar para cima e para baixo. Parecia que tudo se desvendava sem que vozes fossem ecoadas daquele quarto. E então o silêncio daquela tarde chuvosa penetrou e ecoou uma triste canção de ninar. Era tudo tão preciso, aconteceu e assim deveria estar: Tudo estava conforme Deus quis e tudo haveria de ser respeitado.A noite anterior silenciou a todos e preparou-nos, pois Deus nos céus chorara inconsolado com sua decisão: Aquele corpo frágil não aguentava mais tanta dor e precisava repousar nos braços de seu criador. Então o dia que amanheceu molhada era um dia coberto de lágrimas e tristeza. Não pensem que Ele quis estender mais do que deveria, mas tudo que renasce do chão, um dia retorna a este. Então, tudo foi como devia ter sido, talvez um pouco duro demais para aqueles que sentiram o pesar dentro de seus corações, mas a conformação era um sentimento que jamais se restabeleceria, apenas a saudade ficaria. Então, foi assim que uma porta e abriu, para outra fechar, e diante de seu frágil corpinho de criança, uma das mais doces que eu já conheci, senão dizer, A MAIS DOCE, eu contive meu choro, limpei minhas mãos como sempre fazia para pegar nos seus pézinhos quentinhos, e fiz um último gesto de carinho e despedida.E foi assim, que ao me calar, dei lugar á dor dos mais próximos e sofri calada, ao ver meu anjinho partir.Espero que ele esteja em um lugar melhor, sei que sempre estamos acompanhados daqueles que partem, por que talvez nunca partam de fato.Mas o fato é que tudo retorna para nós, ele agora faz parte de cada pedacinho do mundo e está dentro de nós, bem como em tudo o que é bonito. Espero um dia, quando for minha hora, poder abraçá-lo, e dizer que o amei muito como a um filho, e que sempre estive feliz quando ele sorria pra mim, ainda desde pequeno.Sempre vou me lembrar daquelas mãozinhas magrinhas e de pele novinha, que me chamavam já meio sem jeito pra um abraço, mas agora não lamento, a única felicidade em relação á ele é saber que a dor se foi, e agora ele encontra-se em paz.Resta ao resto de nós, mortais, um dia encontrar a nossa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Rosa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Cartas sem destino." de Flávia Rodrigues Lopez&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5056042278939349388-6149940006571708678?l=flavialopez.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://flavialopez.blogspot.com/feeds/6149940006571708678/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5056042278939349388&amp;postID=6149940006571708678' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5056042278939349388/posts/default/6149940006571708678'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5056042278939349388/posts/default/6149940006571708678'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://flavialopez.blogspot.com/2008/07/uma-certa-tarde-chuvosa.html' title='Uma certa tarde chuvosa'/><author><name>flavialopez</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09713481834204509455</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://bp0.blogger.com/_BS6lSoQtvOc/SJI8B-qt0TI/AAAAAAAAAAc/5DorY_oeL28/S220/DSC01973.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry></feed>
